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Archive for July, 2008

TAZ

July 26th, 2008

“A família nuclear, com suas consequentes “dores edipianas”, parece ter sido uma invenção neolítica, uma resposta `a revolução agrícola com sua escasez e hierarquia impostas. O modelo paleolítico é mais primário e mais radical >> o bando. O típico bando nômade ou semi-nômade de caçadores/ coletores …(…)… se a família nuclear é gerada pela escasez (o que resulta a avareza) , o bando é gerado pela abundância (e produz prodigalidade). A família é fechada, geneticamente, pela posse masculina sobre as mulheres e crianças, pela totalidade hierárquica da sociedade agrícola/industrial. Por outro lado, o bando é aberto – não para todos, é claro, mas para um grupo que divide afinidades, os iniciados que juram sobre um laço de amor . O bando não pertence a uma hierarquia maior, ele é parte de um padrão horizontal de costumes … Muitas forças estão trabalhando – de forma invisível – para dissolver a família nuclear e resgatar o bando …(…)… rupturas nas estruturas de trabalho refletem a “estabilidade” estilhaçada da unidade lar e da unidade família…hoje em dia o bando de alguém inclui amigos, ex-esposos e ex-amantes, pessoas conhecidas em diferentes empregos e encontros, grupos de afinidade, redes de discussão [e até parentes]… o bando é a estratégia mais arcaica e a mais pós-industrial TAZ – zona autônoma temporária, Hakim BEY, coleção baderna, capítulo 3: a psicopatologia da vida cotidiana

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A HISTÓRIA DAS COISAS

July 15th, 2008

ETERNO EM MIM

July 3rd, 2008

 

nelson

ce n’est qu’un au revoir, papi

apenas um “até a próxima”, vovô

(foto Camila)

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MOBILITY IN NUMBERS

July 3rd, 2008

 

filaavioes

There are 663 million international passenger arrivals each year (1999, compared with 25m in 1950 and a predicted 1 billion by 2010); at any one time 300,000 passengers are in flight above the US, equivalent to a substantial city; a half million new hotel rooms are built each year worldwide; there are 31m refugees across the globe; and there is one car for every 8.6 people worldwide (WTO 2000; Kaplan 1996: 101; Makimoto and Manners 1997: chap 1). International travel accounts for over one-twelfth of world trade constituting by far the largest ever movement of people across borders. International and domestic tourism account for 10% of global employment and global GDP. And this affects everywhere, with the World Tourism Organisation publishing tourism statistics for over 190 countries (WTO 2000). There is more or less no country that is not a significant sender and receiver of visitors. Such mobilities are enormously costly for the environment, transport accounting for around one-third of all CO2 emissions. There is a projected tripling of world car travel between 1990-2050 (Hawkin, Lovins, Lovins 1999).

Trecho do artigo MOBILITY AND PROXIMITY, por John URRY

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