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Archive for August, 2008

LIVRO: ESCOLA DE REDES

August 28th, 2008

Augusto de Franco acaba de concluir o livro:

Escola de Redes: Novas visões sobre a sociedade, o desenvolvimento, a Internet, a política e o mundo glocalizado

INDICE

Apresentação O que ler sobre redes

Introdução

Parte 1 | Explorando as redes sociais O que são redes sociais

  • Redes sociais Topologias de rede
  • Redes distribuídas e redes centralizadas
  • Fenômenos que ocorrem nas redes distribuídas As redes na ordem hierárquica
  • Programas verticalizadores

Parte 2 | Colocando os “óculos de ver redes”

A sociedade

  • No princípio era a rede…
  • A “rede-mãe”
  • Na sociedade-rede

A nova sociedade civil

  • A velha “sociedade civil organizada”
  • A nova sociedade civil “desorganizada”
  • O grande desafio do chamado terceiro setor

O desenvolvimento

  • Modelos de desenvolvimento
  • Redes e sustentabilidade
  • A rede aprendendo
  • Capital social

A Internet

  • Redes distribuídas na Internet
  • As redes sociais não existem na Internet

A política

  • As relações entre redes sociais e democracia
  • A democracia como um erro no script da Matrix
  • A política na sociedade em rede

O mundo glocalizado

  • O local como mundo pequeno
  • O local como cluster
  • O local como terreno da emergência
  • O local como comunidade

Anexo A | Graus de distribuição de rede

Anexo B | Matriz topológica de rede

Anexo C | Um estudo experimental de busca em redes sociais globais (excertos)

Anexo D | Redes e hierarquias

Referências bibliográficas

http://nandai.wordpress.com/

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TEIA DA VIDA

August 28th, 2008

Imagine-se como uma concentração de partículas unidas entre si em função de um conjunto de motivos, regidos por um motivo “único” maior.  Esse motivo atua como um ((centro de gravidade)) que atrai  as partículas* que ficam soltas por ai em “estado de potência”, ou seja,  separadas não são nada, conectadas têm a possibilidade de  ser qualquer coisa … podem ser tudo, como as células “tronco” na biologia podem, em tese, dar origem a qualquer órgão.  Uma vez que esses  pontinhos se unem, formam um “todo”, que é um “ser”: … eu … você.

Diante da magnificência daquilo que a própria ciência mostrava, e a pequenez das explicações que tinha para a grandeza dos fenômenos, abriu-se uma nova brecha para o pensamento místico, tornando-o, de novo na nossa historia, possível comparar religião, ciências e artes como atividades humanas que têm em comum o mesmo objetivo: (((conhecer)))

Fabíola Morais, lendo Capra

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PROJETOS

August 21st, 2008

O Projeto

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