Todo poder tem como última instância o corpo. O poder não se localiza no sujeito ou em algum lugar, mas se dá por diferença de potencial. Desta forma estamos sempre em uma das extremidades, ou exercendo o poder ou sendo subjulgado por ele. Nesta luta de forças as vezes somos capturados e embarcamos em um processo de subjetivação demarcado por forças de modulação da sociedade de controle tornando-nos “homem infame”, conceito utilizado por Foucault para designar o homem que é capturado e controlado pelo poder ; outras vezes somos “nômades” deixando-nos levar aqui e ali por linhas de fuga em um movimento continuo de desterritorialização e territorialização, construindo assim, novos territórios existências e conseqüentemente produzindo novas formas de viver e conviver, singularizando, transpondo o saber e o poder. Desta forma ser nômade implica em querer ser artista, produzir o novo, criar.
Referência:
DELEUZE,G. (1992). Conversações: O Retrato de Foucault. São Paulo: Editora 34, p. 127-147
visto aqui
Fabiano Principal
“Pilgrims are persons in motion- passing through territories not their own– seeking something we might call completion, or perhaps the word clarity will do as well, a goal to which the spirit’s compass points the way.”
“Pilgrims are poets who create by taking journeys.”
– Richard R. Niebuhr
You? A pilgrim looking for meaning and innovation in your life pitched as progressively positive posts portraying life as pilgrimage. Written from the perspective of a social entrepreneur, pilgrim, and plain old passionate, young human being.
You are walking through the mountains in complete solitude. It is silent. You put one foot in front of the other, you move step by step. The fresh air at high altitude clears your mind. It heightens your vision. You descend each mountain, however, with only a slight glimpse of what’s ahead. You gradually reach the bottom of the steep passage. You rest. You are tired. You don’t know what is ahead of the mountain that lies before you. You know there are more of them to come.
You know that the task ahead of you is an admirable ambition, but you feel it is missing… something. You sit at a nearby bench and open your water canteen. The water is refreshing for your parched mouth. Exhausted, you gloomily stare at the looming ascent that lies before you. You stare down at your aching feet, yet you continue to propel yourself forward.
With each step, you realize the true possibility that exists in each moment. You distort your perception of time and reality and realize that you can do anything. All you have to do is continue putting one foot in front of the other and taking each moment step by step. Your senses heighten to a point of clarity. You become more aware of what each moment can hold, but equally aware that although you can’t predict what the future will bring. You simply take an active role in where you want to go by just putting one foot in front of the other. Subtly, you begin to see an alternate sort of reality, a path you never thought existed before. You begin to see the path as quite longer than you had initially expected. You realize the path never ends and you are the only one in control of where it takes you.
by broack [ Abroad ]
Fabiano Principal
aqui vai a lista completa das 7 riquezas de um monarca universal, de acordo com a shambhala:
1. a rainha – representa o principio da decência, alguêm que encoraja o monarca a expandir sua personalidade.
2. o ministro – amigo conselheiro, que tem a percepção do que é invisível aos olhos dos outros.
3. o general – amigo que representa a coragem e a proteção.
4. o cavalo – representa o trabalho árduo, sob todas as condições.
5. o elefante – estabilidade em movimento, nunca divergido pelos ventos da decepção ou confusão.
6. o diamante da generosidade e compaixão.
7. a roda de ferro – harmonia entre as seis riquezas anteriores, representa o comando sobre o seu próprio mundo.
(via André Blas)
Fabiano Principal
antes mesmo de conhecer a consciência e de se perceber nu, ou seja, um animal moral, o ser humano deparou com uma dimensão de si capaz de transgredir e provavelmente projetada para isso.
só a alma transgressiva, só a traição evolucionária ao establishment do corpo e do corpo moral, resgata a verdadeira possibilidade de imortalidade.
saber entregar-se às contrações do lugar estreito rumo ao lugar amplo é um processo assustador, avassalador e mágico
lendo Nilton Bonder / A alma imoral
Fabiano Principal